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Agências pós-digitais?

econnected | Comportamento Digital, Marketing Digital | quinta-feira junho 17 2010

“Até agora, o debate mais acalorado do info@trends foi sobre um tema que, a primeira vista, não parece tão polêmico. Como “sair do quadrado” na publicidade e surpreender um público já saturado de informação? O consenso é que as agências, no momento, precisam se aventurar no território das mídias digitais e seus 70 milhões de internautas. Mas o bate-boca amigável aconteceu no evento pois alguns já sugerem algo além: as agências pós-digitais.

Com mediação de Alexandre Caldini, superintendente das revistas INFO, Exame e Você S.A., a discussão reuniu três presidentes das principais agências de publicidade do país: Sérgio Valente, da DM9 DBB; Abel Reis, da Agência Click; Guga Ketzer, da Loducca.MPM, e o diretor geral de consumo da Microsoft, Osvaldo Barbosa de Oliveira.”


Agências pós-digitais

[...] Esse tipo de agência entenderia que o consumidor, o cliente e sua agência já têm raciocínio de rede desenvolvido e, assim, encararia a web como algo normal, parte de um processo de comunicação maior.

Ketzer contribuiu para a ideia sugerindo que outras mídias fora a internet também podem ser interativas e dando alguns exemplos sobre campanhas assim. Uma delas foi a para promover o carro Quicksilver. O anúncio vinha com parafina em uma revista, para ser usada em pranchas. Outro foi um anúncio comestível feito para a Mtv a fim de promover a sustentabilidade.

Apesar do debate, todos concordaram que não usar a internet é coisa de agência antiga. Fazer publicidade é usar o melhor do potencial de cada mídia e aproveitar a interatividade de todas elas. “A publicidade nunca vai deixar de surpreender as pessoas. Ela irá transcender a tela do PC”, disse Osvaldo Barbosa, da Microsoft.

O conteúdo faz parte do Evento Info@trends.
Para ler o artigo completo clique aqui.

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